Ter um filho em tempo de crise: quer partilhar a sua história?
O Jornal Público lançou o repto e aqui está o Paizão a contar a sua história.
O Jornal Público lançou o repto e aqui está o Paizão a contar a sua história.
O inicio da segunda aventura surgiu no primeiro trimestre deste ano, todo indicava que o Paizão ia passar a efetivo na empresa, então porque não partir para o segundo filho, somos um casal sem irmãos e a nossa "dinastia" fragilizada e queremos dar à nossa princesa aquilo que os nossos pais não tiveram capacidades para nos dar, um irmão/a. No segundo trimestre um duro golpe, a efetividade passou a desemprego, a estrutura familiar abalou, um duro golpe nos nossos objetivos ao qual foi difícil de dirigir, as lágrimas derramadas deram-nos força para seguir em frente e não abandonar os nossos objectivos.
É verdade, que também não somos uma família standard Portuguesa, temos casa própria (com + 100 anos), não é a casa dos nossos sonhos, foi restaurada à nosso medida, à custa de muito suor e poupanças, enquanto a maioria dos Portugueses se endividavam em casas acima dos rendimentos e aproveitavam para pedir mais algum para o Audi,VW ou BMW, era o bónus!!! Nós sempre tivemos um lema, evitar sempre pedir dinheiro emprestado, poupar todos os meses e nunca viver acima das nossas possibilidades.
Com este lema, como o Paizão uma vez ouviu dizer, "temos as condições mínimas", temos muito Amor, Valores e Educação para dar. Por estarmos a caminho do segundo/a, é certo que a minha Princesa vai perder algumas coisa, mas penso que o que vai ganhar é muito superior, e o que dá para um dá para dois. As condições nos tempos dos nossos Avós era bem piores que as nossas e criaram bem mais do que dois filhos e com muitos valores.
Tenho confiança que Portugal vai melhorar, sou uma pessoa otimista por natureza, e além do mais também quero participar a 100% na gravidez do/a segundo/a, uma vez que na gravidez da minha princesa estive a trabalhar fora para amealhar uns trocos.

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